ftrebien's Comments
| Changeset | When | Comment |
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| 152205609 | Há placas ao longo do corredor indicando que o limite de velocidade é de 30km/h. O mesmo ocorre em todos os demais corredores exceto na Terceira Perimetral (onde um trecho é 40km/h e outro é 60km´/h) e na avenida Cruzeiro do sul (onde é 40km/h). Além da sinalização, a prefeitura recentemente permitiu o trânsito de táxis nos corredores contanto que respeitem o limite baixo de 30km/h. (https://prefeitura.poa.br/eptc/noticias/taxis-poderao-circular-nos-corredores-de-onibus-da-sertorio-partir-desta-segunda) |
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| 136103480 | O mapa 6 é de ocupação. A classificação viária no OSM deve ser feita aproximando as classes funcionais (osm.wiki/Brazil/Classifica%C3%A7%C3%A3o_das_rodovias_do_Brasil) que constam no mapa 10 (osm.wiki/Iju%C3%AD/Sistema_Vi%C3%A1rio#Santa_Rosa). Mas a opinião geral da comunidade é de que a classificação oficial tem que ser avaliada também conforme as condições reais no entorno (ex.: sinalização viária), pois muitas vezes o que foi planejado ainda não foi completamente executado. |
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| 156910586 | A nova ponte não aparece no Copernicus Browser com a coleção Sentinel-2 selecionada. Aparece no plano pago? |
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| 156243657 | Please follow good practice (osm.wiki/Good_practice) and do not add fictitious data to OSM. If that's what you're interested in, go to https://opengeofiction.net/ |
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| 67601224 | If you go to Settings and choose "Navigable by boat", these fairways show up, probably because of the access tags. I just requested full support for fairways in the issue tracker, let's see. As for the Plata basin, years ago I added navigability details to the Uruguay River between Argentina and Rio Grande do Sul based on data from the Brazilian navy (osm.wiki/Brazil/RS/Hidrovias#Refer%C3%AAncias), but further north I left it for the local mappers - who unfortunately never took an interest. |
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| 67601224 | Hi. Although the main route along Lagoa dos Patos is not a centerline, so it is not waterway=flowline, some of the branching routes fit both definitions, as they are both tributaries (waterway=flowline) and navigable routes (waterway=fairway). I mapped them based on GPS tracks and depth maps, so I think they are currently closer to waterway=fairway. Since waterway=flowline preferentially represents centerlines, I think it is intended for illustration or minimal routing when there is little information available about a body of water. Using waterway=flowline for tributaries is an emerging mapping practice in North America (e.g. Delaware Bay and Lake Ontario), but not in Europe (e.g. Wadden Sea). It may be best to wait and see if this is adopted globally, neither are supported by apps yet, right? There are also some inconsistencies in this recent adoption, for example, waterway=flowline is used in Lake Ontario for navigable routes along the edge of the lake, away from the lake's centerline, while in Delaware Bay there are two overlapping lines, one mapped as waterway=flowline, and another as waterway=fairway. |
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| 155380810 | Com certeza facilita! Sabe se tem outras imagens recentes no catálogo do INPE, em particular próximo de Rio Pardo, Cachoeira do Sul ou Agudo, que também foram muito afetadas pelas enchentes? |
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| 155380810 | Hm acho que você provavelmente baixou o arquivo TIFF da imagem do INPE publicada no OpenAerialMap. |
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| 155380810 | Olá. Pode informar onde essas imagens estão sendo publicadas? São do HOT? |
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| 152475104 | I've unblocked the ways that I could confirm to be ok. Most of the ~1k ways still blocked in Rio Grande do Sul (down from ~6.5k at the flood's peak) are probably open now with varying degrees of trafficability (some of the unpaved may be are prone to getting bogged down due to new soft soil), but to ensure verifiability (osm.wiki/Verifiability), one should not map (block or unblock) ways based only on assumptions. I was unblocking them as I found local photos or aerial footage, since word of mouth (even by authorities) has always been quite unreliable/imprecise here. It may be "safe" (few negative practical consequences in the case of a wrong assumption) to unblock local ways (residential, unclassified, tertiary) where the main ways (secondary, primary, trunk) are known to be ok already. I would be conservative near the river around Lajeado downstream to Vila Mariante which was the most affected area. While we do have an official sources for the conditions of federal and state roads (reliable but often with up to 1km of imprecision), few municipalities are reporting the state of their municipal roads and streets in the detail we need. The flood took place in early May 2024. What is the date of the GPS traces and the recent Esri World Imagery you mentioned? Can I have a look? I think Strava does not report the date of its data, right? |
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| 153502328 | Fiz uma sugestão no grupo OSM-SC no Telegram para mudar o esquema vigente para evitar esse problema. |
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| 153502328 | Bem, eu apenas ajustei os dados existentes para ficarem conforme o padrão do projeto GPS Rural. osm.wiki/WikiProject_Brazil/SC/Gps_Rural |
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| 151747173 | Interessante, vou tentar decifrar essa planilha. Ela é pública? 22/5 já faz um tempo, pode estar meio desatualizada. Quanto mais exatos e menores os trechos bloqueados no OSM (contanto que não fiquem faltando os bloqueios, especialmente os sem previsão de liberação que podem persistir por muito tempo), melhor pra navegação na região. |
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| 151747173 | Mais um detalhe. Os nomes das rodovias estaduais são preferencialmente os que vêm do governo no Estado, a menos que existam placas no local indicando outro nome. O nome da prefeitura, se for diferente, deve constar na etiqueta alt_name=* ou até mesmo loc_name=* se for só um apelido. O formato de nome A / B só é usado quando há uma disputa pelo nome principal, e quase sempre só ocorre em elementos fronteiriços, onde os nomes vêm de idiomas diferentes. (Não confundir com official_name=*, usado quando há um nome oficial em lei e outro nome, geralmente mais simples, nas placas no local.) |
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| 151747173 | Acho que achei a fonte no site da prefeitura, uma notícia de 17/5. É possível que a situação tenha melhorado desde então, se você souber de algo, por favor me avise para eu ir desbloqueando as vias. |
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| 151747173 | Oops, ERS quis dizer -476. Tem certeza de 34 km dessa rota ficaram intransitáveis ou tiveram acesso bloqueado? Isso chegou a ser publicado em algum lugar, ou você visitou o local? |
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| 151703149 | Olá Fabia, Pontes devem ser mapeadas como segmentos curtos (osm.wiki/Pt:Key:bridge#Como_mapear). Ao combinar linhas no editor iD, sempre verifique na seção Etiquetas no final do painel esquerdo se alguma das etiquetas tem o texto "Valores múltiplos". Quando uma linha tem certa etiqueta e a outra não tem, o iD propaga o valor da que tem pra linha resultante, ou seja, para todo o trecho. Fazer isso sem conferir o resultado pode introduzir grandes erros ao combinar linhas muito longas. Neste conjunto de alterações e em mais alguns outros, foram combinadas linhas que eram pontes (que tinham bridge=yes) com linhas que não eram pontes (que não tinham a etiqueta bridge=*), resultando em pontes de mais de 10 km de comprimento onde não há ponte nenhuma. Desfiz essas alterações para restaurar o histórico das vias que foram removidas na etapa de combinação. Por favor, tome cuidado ao combinar linhas. |
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| 151747173 | Olá Fabia, A ERS-486 entre Canela e Lajeado Grande chegou a estar intransitável? Pergunto porque não achei nenhuma notícia a respeito e parece estar transitável nesse momento. |
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| 152305578 | Eu trouxe esse assunto ao grupo do RS no Telegram novamente. Por enquanto, ninguém mais se manifestou em favor de desbloquear todas essas vias sem confirmação, temos fontes que mostram as vias que ficaram intransitáveis dias atrás e carecemos de fontes que indiquem que voltaram a ser transitáveis. Sendo assim, para fazer essas alterações solicitadas, vou aguardar fontes que detalhem quais vias estão transitáveis e/ou um posicionamento da comunidade sobre o desbloqueio de todas sem fonte. |
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| 152305578 | No dia 7/6, no grupo do RS no Telegram, numa conversa em que você estava envolvido, eu perguntei se esses acessos deveriam ser liberados na região metropolitana sem fazer survey, e não houve resposta nem sua, nem de outros colegas. Quanto ao interior, várias estradas federais e estaduais seguem bloqueadas segundo o mapa oficial da CRBM. Quanto às estradas municipais, temos apenas imagens de satélite de alguns dias atrás mostrando que muitas ficaram completamente intransitáveis, então se você puder fornecer uma fonte mais atualizada, por favor me envio que eu farei a atualização. Em algumas regiões, mapeadores locais já fizeram desbloqueios de vias que sabem estar transitáveis. Na região metropolitana, eu fiz survey nos dois maiores municípios, e temos um colega em São Leopoldo que também fez desbloqueios por lá. |